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Gato Pardo

Para quem conhece, vocês estão mais que vacinados. Vocês não conhecem isto? São maiores de idade? Trazem o vosso cartão de cidadão, boletim de vacinas e resgisto criminal? Não? Fantástico!!!

Gato Pardo

Para quem conhece, vocês estão mais que vacinados. Vocês não conhecem isto? São maiores de idade? Trazem o vosso cartão de cidadão, boletim de vacinas e resgisto criminal? Não? Fantástico!!!

Quando perdemos aquilo que nos é mais importante, é quando percebemos o quão errados estivemos uma vida inteira. Porque os pequenos instantes, duram uma eternidade...

23.03.16publicado por Gato Pardo

Como o vídeo indica, este podia ser um post sobre futebol. Mas não é. É sobre muito mais que isso.

O nome Quinito é desconhecido desta nova geração de aficionados do futebol. Mas se disser que foi treinador do Porto, Guimarães, Espinho e Estrela da Amadora, aí se calhar já tenho a vossa atenção.

Admito que muitas vezes me questionei do paradeiro deste senhor. Sabemos que o futebol é fértil em treinadores mas há sujeitos que nunca se esquecem. Quinito era um deles. Soube agora que Quinito se condenou a ele mesmo a um hiato por opção devido ao sentimento de culpa da morte do filho, que faleceu tragicamente em 2009 num acidente rodoviário no Brasil.

Enquanto observava o vídeo que partilho em cima, admito que as lágrimas me vieram aos olhos. Não apenas pela dor que se sente em cada palavra que ele profere mas porque o ser humano comete exactamente o mesmo erro sistematicamente todos os dias.

Trabalha-se arduamente todos os dias na tentativa que nada falte aos filhos. Passa-se mais tempo a trabalhar do que a vê-los crescer. Perdem-se momentos irrecuperáveis. Os primeiros passos, as primeiras palavras, aplaudir as conquistas e confortá-los nas derrotas. E um dia, sem que nada o faça prever, nada mais resta. Questionamos opções, porquês...

A vida é cruel. O ser humano faz o melhor que pode. Muitas vezes, a custos que ninguém sequer imagina. Há que priorizar. E não há dinheiro suficiente neste mundo que pague o sorriso de um filho, um abraço ou um "amo-te". Não vão pelas minhas palavras. Ouçam apenas as do Quinito.